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Do meu posto

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Do meu posto


Sem perceber os porquês
Sentado neste banco de jardim
Mesmo sem dares por mim
Reparo que já nem me vês

Vives intensamente
Apressado sem pensar
Quando acabares por parar
Não me verás certamente

Daqui vejo a vida correr
Deslizando devagar
Cansado de tanto esperar
Acabarei por morrer



António Gallobar

8 comentários:

Chica disse...

Muito lindo sentar e refletir sobre a vida ,sentado num banco...LINDO! abração,chica

Paula Raposo disse...

Gostei de te ler e adorei a foto! Uma ternura. Beijos.

Lídia Borges disse...

Bonitas as quadras e bem interessante o seu conteúdo.
A importância de sabermos valorizar o que temos de bom, na vida.

Um beijo

António Machado disse...

Caro Amigo António,

Vim aqui a este seu blogue por indicação dos amigos Isabel e José António dos blogues Poesia Viva e O Caminho do Coração.

E vejo um poema lindíssimo pelo qual lhe dou os meus parabéns. Fina sensibilidade é o que ele revela.

Venho convidá-lo a visitar o meu blogue sobre Vegetarianismo, no qual encontrará os princípios que fundamentam este regime alimentar bem como receitas simples e saborosas.

Um abraço

António Machado

Chellot disse...

Uma espera infinda, que consome os sentidos. Uma poesia que reflete sobre a vida e suas expectativas. Gostei muito.

Beijos doces.

Maria Emília disse...

Quem espera quem e porquê, António. Espera aquele que procura o conteúdo e só encontra a forma.
Um abraço,
Maria Emília

Lord disse...

Atraves do blog da Thais tomei conhecimento de que seu blog aderiu a campanha: BRAVA GENTE BRASILEIRA
Agradeço sua adesão, será um orgulho tê-lo ao nosso lado. Estou incluindo seu blog entre meus favoritos.
Em nossas atividades de Cavaleiros dos Moinhos percebo que estamos nos tornando uma força, porque divulgamos informações sem censura, e sem rabo preso. Quixotes modernos nesta luta, assim somos mesmo sabendo que estamos sendo utópicos nos recusamos a desistir, porque ainda temos "esperança". Muita Forca !!!!
Lord - caranovanocongresso.blogspot.com

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

António,

Não saberia esperar a morte, mesmo sabendo que ninguém a segura.

Noite de luz, querido amigo.

Rebeca

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