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O que restará de mim
senão o sonho…
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Envolto na brisa suave
junto á margem deste rio
a coberto pelo manto
que me impede de ver
um pouco mais além
continuarei firme
fiel, á vida
mansa ou impetuosa
prisão que me amarras
neste cais
espartilho que magoa
que dói
e vai continuar doendo,
o tempo arrasta-se,
o voo da ave risca o céu
o céu que a minha boca sentiu
amargo ficou de repente
catarse da alma que pereceu
marca os limites
até onde posso ir
gosto a saudade
corda que se partiu
amor que nunca tive
nunca amei

Pudera eu ser livre
e teu escravo seria
pudesse eu ver a luz
e cego ficaria
limite dos meus sonhos
dos meus beijos e loucuras
choros e gritos do meu eu
do que pensamos ser e não somos
do que fui, sou e serei

19 comentários:

Francisco disse...

Meu Amigo!
Amor e liberdade andam, e sempre devem andar juntos pelo o que fomos, somos e seremos.
Um grande abraço!

A Senhora disse...

Liberdade para decidir-se a quem se prender... Seremos sempre eternos insatisfeitos! :)

bjs

Delirius disse...

Tua página ficou lindissima com esse Mar. E os braços do Sol envolvendo as núvens conferem à imagem um cenário de misteriosa serenidade.
O teu poema é um lamento de amor simplesmente maravilhoso.
Parabéns, António.
Beijo.

Paula Raposo disse...

Eu quando leio um poema ou gosto ou não gosto...porquê? Não tenho explicação. Gosto deste porque se estende em música e porque me soa belo! Beijos.

Paula Raposo disse...

Não belo!! Muito belo!

Sandra disse...

oema amigo!
As vezes as c lhe parecem muito díficil, mas o dia uinte se encarrega de uma maozinha para amenizar.
Com muito nho

Tem um Jardim de flores de esperando

Ana Martins disse...

Muito bom, muito profundo e jorrando uma grande verdade: O QUE RESTARÁ DE NÓS SENÃO O SONHO...

P A R A B É N S gostei muito!

Beijinhos,
Ana Martins

Mariazita disse...

Meu caro António
Gostei imenso do teu poema. Acho-o lindíssimo.

Perdoa-me não ser muito assídua, mas não ando muito bem de saúde. Por isso, e também por outros motivos, muito provavelmente irei ausentar-me da blogosfera por uns dois ou três meses. Penso amanhã publicar um post em que participarei essa minha decisão. Mas...não te esquecerei, na minha ausência, e quando retornar receberás a minha visita.

Que tudo te corra o melhor possível. Até sempre.
Beijinhos
Mariazita

O mar me encanta completamente... disse...

Olá,poeta.
Passeando pelos blogs amigos,
encontrei o seu.
Gostei do seu cantinho.
Temas fortes, precisos,
e altamente reflexivos.
Este, em particular, encanta
e convida pra sentir.
Parabéns.

Beijinho

Glória Salles

Maria Emília disse...

Olá António,
Com que será que sonham aqueles a quem justa ou injustamente foi tirada a liberdade? Porque sempre que um homem sonha o Mundo pula e avança...
Um abraço,
Maria Emília

Desnuda disse...

António,


Um belissimo poema de amor.


Lindo fim de semana, amigo! Beijos

DIABINHOSFORA disse...

Que pelo menos os sonhos voem livres como o vento e possam um dia tornar-se realidade...
É lindo este poema, apesar de triste.

Abraço

DIABINHOSFORA disse...

Que pelo menos os sonhos voem livres como o vento e possam um dia tornar-se realidade...
Lindo este poema.

Abraço

b disse...

Não seriam as interrogações um desafio?
Com elas nada sabemos.
E sem elas, sabemos o que?
As amarras , o arame, o cais.
Mas o mar para sempre.
O mar - que é a grande incógnita,o grande arquétipo.
Obrigada.

Sonia Schmorantz disse...

Está tudo muito lindo aqui!
tenha ótimo domingo
abraço

Maria João disse...

António

O sonho comanda a nossa vida, guia as nossas escolhas e dá sentido aos nossos desejos.
Nós seremos sempre fruto do que fizemos para os concretizar, mesmo que nem todos se realizam.
Bonito poema.

Um abraço e uma boa semana

Mariz disse...

Salvé António

Vou visitando as pessoas aos pouquinhos...porque já não tenho a mesma paciência como de princípio de andar por aqui na blogosfera.....pulando aqui e ali. Já me cansa!
Então reservo-me para algumas pessoas apenas...mas mesmo assim venho de quando em vez. Coco um post e depois vou agradcendo e elkendo o que as pessoas escrevem. Chegou poranto a sua ve.
Poema bonito, leve, despretenciso, com aroma de agilidade no sentir. Um tom subtile cativant...são assim os sonhadores.
Mas nunca esqueça de pegar na bola e jog que nem criança...caso a perca e não saiba como ajustar-se nesse "menino" que mora aí dentro...os sonhos acabam se esfumando....na complexidade do tempo.

Abraço meu
Mariz

Mariz disse...

Será que o meu outro comentário seguiu? É que não tenho conseguido escrever noutros blogs idênticos...não sei se será pelo formato....
Vou tentar de novo e dizer que este poema é lindo e leve...
mas os sonhos não se podem deixar esfumar o éter....

Abraço meu
MAriz

Efigênia Coutinho disse...

António Gallobar, quando a gente vai lendo a sua poesia, vai sentindo toda uma magia...
ADOREI!!!
Boa semana ao querido amigo,
Efigênia Coutinho