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Como te atreves então?

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Como te atreves, raio de luz…
se pensas ser capaz de me iludir
com fantasias e achas que isso me seduz

Como irás iluminar o meu caminho
se não me aqueces, em meu leito
morrerei infeliz e certamente sozinho

Será heresia ou engano eterno
de quem não sabe o que quer da vida
e faz da vida dos outros um inferno

Se não és água fresca no deserto
não serás o encanto dos meus olhos
a ternura que almejo ter por perto

Nada mais interessa, chega de desilusão
A vida muda hoje, a tua indiferença me mata
vai embora mesmo, farto estou de ouvir não…

Sinto próximo o inverno ou a morte
os meus dias jamais serão amargos no futuro
longe de ti não há má escolha, nem má sorte…


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António Gallobar

4 comentários:

amor que soy disse...

que nuestros ojos vean siempre la verdad

Faces de Mulher disse...

Uma linda poesia Antonio...
Que você tenha uma bela semana!!!
BJKS...
Chrys
;)

A Senhora disse...

Que mágoa, não?
Um adeus que veja os tempos bons sempre pode reverter as coisas...

Por que a gente nunca faz isso?

Muito bom! Uma realidade que machuca.

bjs

DIABINHOSFORA disse...

Fantástico este poema...infelizmente traduz a realidade de muita gente!

Beijo