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Quebranto


Quebranto?






E pasmo
perdido na bruma,
na espuma
do tempo vivido
em marasmo
na quietude do tempo.

Partiste
perdeu-se o encanto
ficou a existência
arrastada e sofrida
do espanto.

Foi quebranto....
quebranto,
é viver contigo
sem ti, será sempre castigo!

Volta...
mas não me digas depois,
depois...
costumas dizer sempre depois!

Sabes
depois de ti,
não...
não haverá mais depois.

Escutarei eu vozes?
acho... ouvi p'ra meu espanto
alguém docemente disse
palavras de puro encanto...
"Foi quebranto,
foi quebranto,
é quebranto..."

10 comentários:

BRANCAMAR disse...

O caminho é sempre em frente, do pasado fica o melhor, que faz parte da nossa construção e aprendizagem.

Muito bonito o poema.

Beijinhos

... "re" ... disse...

Olá meu amigo...

Um belo poema feito de sentimento, sofrendo a ausência e a perda. Quase sempre o fim de algo que queremos ou amamos é doloroso

Porém nasce sempre em nós uma esperança que nos faz caminhar, e assim há que aproveitar o que a vida ainda, nos vai oferecendo.

Há momentos bonitos que não devem ser esquecidos. Na partida existe sempre a esperança de um regresso.

Um ótimo e feliz final de semana pra ti... Tua presença la no meu cantinho é sempre agradável e gostosa. Grata

Doce beijo...

Maria João disse...

António

A memória pode ser, o melhor e pior dos lugares para permanecer. Os olhos têm de alcamçar um ponto maior do horizonte, aquele onde a luz brilha maior, porque cheia de esperança.

Um abraço

Susana Oliveira disse...

lindo, bravo!

. intemporal . disse...

.

.

. venho por este meio deixar o convite para que visite amanhã . dia 29 de novembro de 2011 . o meu blogue . intemporal .

.

. devido a uma celebração . para mim . muito especial .

.

. passarei posteriormente . para visitar/comentar a Sua página . como habitual .

.

. um abraço .

.

. paulo .

.

.

OutrosEncantos disse...

que poema lindo, António.
abraço.

retribuindo a tua visita :)

Daniel Costa disse...

António Gallobar

O poeta, dito ensaísta, buscou o velho quebranto, dantes a pagar todos os males. Agora relembrado numa bela poesia.
Abraços

. intemporal . disse...

.

.

. e assim a poesia é por ora depósito e compósito de um desejo mayor . depois de ti . a.penas tu .

.

.

. [. grat.íssimo pela Sua presença . no aniversário terceiro do . intemporal . sem a qual . algo lhe teria certa.mente faltado .] .

.

.

. um bom domingo .

.

. um abraço meu .

.

.

Rute disse...

Gostei muitíssimo do poema. Lembrei-me das ondas do mar que embalam...para cá, para lá...para cá, para lá...

© Piedade Araújo Sol disse...

bem rimado.

é sempre tempo de renovar e de viver em paz.

feliz Natal

um beij