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Espirito Livre e Vegetando


Espírito Livre

Sou um espírito livre que voa sem freio
que atravessa horizontes, terra e mar
sou o vento que cruza o vale, a montanha
brisa suave que te embala e faz sonhar
http://galobar2008.blogspot.com/
Aquele que te agita e diz o não queres ouvir,
te atormenta quando teimas a voltar
a fazer o que não deves certamente
quando a razão que sabes, prometes ignorar

Aí volto a ser o pássaro livre, que sempre fui
Que diz tudo o que pensa ao vento que passa
E num salto se lança destemido abrindo as asas
recusa olhar para trás, e não te ver na desgraça

E hei de voltar a ser novamente a voz que ecoa
te ajudará uma vez mais
, nesta tua vida irrequieta
ave que voa sem medo sobre os teus segredos

sem reflectir os vê com olhos e sonhos de poeta.





Vegetando...



Seguirei teus passos, como sempre perdidos
Analiso probabilidades absurdas, dizem que virás
Deixo-me cair absorto num hiato, cedendo à tentação
De parecer que apenas escuto risos se não estás


Me deixarei morrer, amargurado sem esperança
Sabendo que algures por aí, estarás observando
Mata saber que a alma gémea partiu sem avisar
E perdida continuará eternamente por aí, errando.


E nessa angustia, de não saber aonde procurar
faz seguir rastos, que deixas para mim
Na areia húmida da praia junto ao mar
http://gallobar2008.blogspot.com/
Seguirei teus passos até ao fim do mundo
Levo a esperança de os encontrar um dia
Perdido sem ti me expurgo, vegetando imundo.


.
.

20 comentários:

Lídia Borges disse...

Gostei muito!
Porque há como que uma verdade intrínseca no poema que leva o sujeito à resignação, embora finja acreditar num reencontro.
Entre a verdade e o fingimento, o encanto do dizer.

L.B.

Ana Martins disse...

Caro António,
muito intenso o sentimento de perda transcrito neste belo soneto, que aliás é o género poético de que mais gosto!

Beijinhos,
Ana Martins
Ave Sem Asas

Úrsula Avner disse...

Olá meu caro poeta,

profundo e bonito lirismo perpassa seus versos...É sempre um prazer "te ler". Um abraço,

Úrsula

Fernanda disse...

Amigo António!

Este soneto deixou-me arrepiada...
Agora entendo bem porque gostou tanto do poema da minha amiga Maria José Areal.
Ser poeta é mesmo ser mais alto!
Adorei, por isso voltarei.


Na Casa do Rau

Chica disse...

LINDO E EMOCINADO POEMA,aNTONIO!TE LER FAZ SEMPRE BEM! E AS IMAGENS, LINDAS TAMBÉM!abração,lindo domingo,tudo de bom,chica

Zélia Guardiano disse...

Muito, muito lindo!
A emoção aflora...
Demais!
Grande abraço, António!

Maria Emilia Xavier disse...

Bonito...Terno...Mas dolorido...
O amor quando se vai deixa-nos assim... Pensando, ansiando, desejando, e nos faz ir pela vida a fora procurando encontrar emoções que já são só nossas...Infelizmente.
Adorei vir por aqui e conhecer seu versejar,me levou a emoções já experimentadas e que eu desisti de re encontrar.

Sonhadora disse...

Meu querido amigo
Um belo poema, sentimentos à flor da pele.

Beijinhos
Sonhadora

lidia disse...

Antonio, amigo gracias por comentar en especial ese poema,sobre la pasion y el sexo...lo penoso es que nadie nos cuida,solo podemos hacerlo diciendo mas no que si...te comento que soy miembro en pizarra de la AOCIACION DE AUTORES CHILENOS, hoy me llegó el correo...y me da mucha rabia, que en Argentina, yo ni existo!
un abrazo,amigo
gracias por el bellísimo poema " en la angustia de no saber, donde buscar" verso precioso!
saludos,gracias
lidia-la escriba

Lau Milesi disse...

Olá Gallobar, como vai?
Lindo, romântico e intenso seu poema.Parabéns!!!Um grande abraço.

Loivarice disse...

Simplesmente fantástico. adorei seu poema muito lindo.. parabens.

"re" disse...

Belíssimo, intenso. Um canto triste e sombrio de um coração cativo. Chegou aqui o eco da tua dor...

Amei...
Doce beso

Francisco Cisco disse...

Amigo António!
Depois de um tempo afastado do mundo dos blogues, retorno e encontro um belíssimo poema, escrito com a emoção e talento que só você tem.
Um grande abraço.
Francisco.

Amor feito Poesia disse...

Obrigada por vir meu amigo.
Fique a vontade...a minha casa também é sua.
Bem vindo.........Beijos M@ria

Mariazita disse...

Amigo António
Lindas imagens a enquadrar um poema que é muito belo, ainda que fale de separação...
Perder a alma gémea é doloroso, mas só pode ser uma perda temporária... Mais tarde ou mais cedo as almas gémeas acabam por se encontrar novamente.
Gostei muito. Parabéns!

Beijinhos

alfa disse...

Andei por aqui Gallobar, adorei, vou voltar. Parabéns pelo blog e pelas suas palavras.bjs

Maria João disse...

António

Já tinha lido o teu poema e estava convencida que havia deixado um comentário... lapso meu.

De todo o poema destaco:

"Seguirei teus passos até ao fim do mundo
Levo a esperança de os encontrar um dia"

Porque inscreve a esperança que nunca devemos deixar que nos abandone, mesmo que o sentimento de perda seja uma imensidão.

Um beijinho

MagyMay disse...

Só se morre quando se perde a esperança...

Mariazita disse...

Amigo António
Como já comentei este post... resta-me agradecer a visita à minha "CASA" e respectivo comentário.
Eu também li o Equador. De facto aí é abordado o problema da escravatura, essa chaga social.

Uma noite feliz e uma boa semana. Beijinhos

Tianne disse...

linda morada, volto mais...