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O Professor “Rézinhas” e o 25 de Abril
Ontem reencontrei um meu amigo dos tempos de escola e esse encontro reavivou memórias desses tempos e porque a conversa tinha algo a ver com o próximo feriado nacional acabamos falando sobre o 25 de abril, dando algum sentido à frase “Onde é que estavas no 25 de Abril de 1974?”.
Pergunto à minha memória, onde é que estavas?
Faz trinta e cinco anos, o tempo passa rápido… e por vezes nem sentimos. Tínhamos treze ou catorze anos de idade, quando aconteceu esse dia que mudou as nossas vidas e a de muita gente, depois de tantos e tantos anos de sofrimento de guerras de perseguições políticas finalmente chegara o dia por que tantos esperavam e que iria mudar a face de Portugal aos olhos de todo o mundo, sem se perderem vidas humanas (ou quase…) apenas com uma vontade férrea de alguns para mudar o que parecia imutável há meio século.
Um dia igual a tantos outros, como o de hoje, um belo dia de primavera, lembro por volta das 11h30m da manhã entrou na sala com os cabelos brancos em pé, dirigindo-se à professora que dava a aula de Educação Visual, segredando algo inaudível. Todos naquela turma conhecíamos bem quem era aquele professor que acabara de entrar que com ar grave nos disse para irmos todos para casa, que não haveria mais aulas naquele dia, tinha havido uma revolução.
Excelente, fantástico exclamaram num reboliço na sala a maioria, os mais curiosos acercaram-se dele junto à secretaria onde se sentavam os professores para darem as aulas e foram perguntando o que era isso de uma revolução, enquanto a maioria já corria pelos corredores em grande algazarra, gritando não há aulas, não há aulas.
Voltando-se para os presentes e com voz embargada e visivelmente emocionado apenas nos disse que tinha acabado a “mordaça” acrescentando uns segundos depois, que apartir dali iríamos ser livres… acrescentando com vos baixa e tremula “Se Deus quiser…”
Agitação crescente em redor dos dois professores. A professora de Educação visual mantinha o rosto austero e de grande desagrado perante as explicações do colega aos alunos dizendo que não seria bem assim, visivelmente incomodada com o “à-vontade” com que falávamos com ele e ele connosco principalmente sobre um tema tabu proibidíssimo nos tempos que corriam e não compreendia como era possível que o colega se permitia a essas explicações vaticinando sem o esconder, que ele se iria dar mal e que já tinha idade para ter juízo, pegando na bolsa num rompante abandonou a sala saindo a vociferar, ele pouco incomodado com a colega encolheu os ombros e foi acrescentando naquela aula improvisada sobre a Liberdade, coisa que não sabíamos muito bem o que era.
Mas nós não éramos livres? Questionavam-se alguns de nós em surdina.
- Depois vos explico! A partir de hoje jamais será como até aqui… nasceu um novo dia, uma nova mentalidade que fará com que todos possamos dizer o que sentimos sem medos e receios de irmos parar á prisão.
O velho professor foi dizendo entre outras coisas que, “Liberdade é responsabilidade” e que a “minha Liberdade acaba, quando começa a dos outros”, e que muitos se sacrificaram para que aquele dia finalmente pudesse acontecer.
Foi mais uma grande lição daquele grande mestre que jamais poderei esquecer. Professor de uma disciplina que ninguém gostava, odiada até mas que era na época a cadeira mais fantástica que poderia ter e porquê?
Entre outra coisa que lembro este senhor tinha uma estranha forma de leccionar, ensinava os alunos a copiar mas dizia que, o poderíamos fazer desde que ele não visse, mas nos dias dos pontos ficava normalmente sentado lendo ou preparando a aula seguinte, impondo silêncio para que não nos distraíssemos e copiássemos bem, dizia que enquanto preparávamos as cábulas estávamos a aprender, passávamos horas e horas a fazer “copianços” longos e extensos, usávamos a criatividade, a fama dele era grande o que fazia com que não fosse muito bem visto pelos seus colegas que não achavam grande graça ao método, achávamos aquele professor fantástico e era mesmo! É o único de quem me lembro o nome e foi o único professor que tive com quem aprendi mesmo matemática o resto são conversas.
Com isto do professor Rézinhas, quase esqueci de falar no 25 de Abril e que para haver Liberdade, é preciso quebrar algumas regras e ele quebrou-as e com êxito, ainda o lembro passados todos estes anos, é fantástico. Liberdade com responsabilidade... como ele muito bem dizia!
António Gallobar
O que dizem os meus amigos:
Pois é António, a "Liberdade"...., que quererá realmente dizer Liberdade?!...
Penso que a maioria de nós, ou não soube aprender ou não nos souberam ensinar...Que pena
:((A mim, que vivi intensamente o espirito de Abril, faz-me muita pena mesmo!
Fantástico esse teu professor!:-)))
Abraço
21 de Abril de 2009 16:00
21 de Abril de 2009 16:00
Deusa Odoyá disse...
Olá meu novo amigo.
vim através do blog do Alvaro Oliveira.
Sua entrda está muito linda.Prabéns...
Realmente meu amigo, não saberei lhe dizer aonde eu estava nessa data, ainda mais passado muito tempo.
A memória as vezes falha.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mas foi bom conhecer seu blog,
voltarei amis vezes.
Muita paz , luz e amor em seus caminhos.
Aguardo sua visita ao me cantinho.
Beijinhos doces, meu amigo.
Gracias por la visita ahora vengo y traduzco
espero q não se importe.sim...
Gostaria de fazer uma correção.
O visitante não era o General Salazar,
e sim o Presidente Francisco Craveiro Lopes.
Foi em 1964, ano em que ele morreu e que começou por aqui a Revolução que durou 25 anos.
Eu penso que liberdade tem mais haver com poder
(em todos os sentidos, pois se vc pode vc é livre.
Olá,cheguei até aqui através do blog de Alvaro Oliveira.
Mais um 25 de Abril está chegando, mas nas memórias de cada um, (daqueles que o viveram à 35 anos), ficam as recordações, os medos, e a euforia desse dia.Eu por ex. estava na Guiné-Bissau com os meus pais e irmãos, o meu pai era 1ºSargento da Força Aérea Portuguesa, e posso-lhe dizer que foi um dia em que vivemos um verdadeiro pesadelo, felizmente que tudo acabou bem.
Parabéns pelo texto, acaba por ser uma linda homenagem ao seu professor.
Belas recordações!
Beijinhos,
Ana Martins
22 de Abril de 2009 0:06
22 de Abril de 2009 0:06
Francisco disse...
Amigo António.Me desculpa mais uma vez. Entendi o teu texto como referencia a Revolução dos Cravos (25/04/74). A confusão que fiz, foi no email anterior (mandei 2), falando no General Salazar, quando o correto seria o Presidente Craveiro Lopes.
Amigo António.Me desculpa mais uma vez. Entendi o teu texto como referencia a Revolução dos Cravos (25/04/74). A confusão que fiz, foi no email anterior (mandei 2), falando no General Salazar, quando o correto seria o Presidente Craveiro Lopes.
Caro Amigo António Gallobar,
Muito interessante este post sobre um professor que, já antes do 25 de Abril, praticava de facto a liberdade.Também me aconteceu a mim, pois tive como professor de Contabilidade o Dr. Carlos Carvalhas, naquela altura jovem e com poucos mais anos que os alunos.
A liberdade é uma outra designação para livre arbítrio e só termina quando começa a liberdade do outro. O que deve imperar na prática da liberdade é a ÉTICA.
Um grande abraço para si.
Parabéns pelo texto do post.
Um abraço
José António
22 de Abril de 2009 15:24
22 de Abril de 2009 15:24
Adriana Godoy disse...
Um texto que inspira.
É bom que haja pessoas como ele.
Pois é amigo a tua escrita merece um livro...
Abraço
23 de Abril de 2009 16:07
23 de Abril de 2009 16:07
Obrigado por ter passado no meu blog.
Quanto ao 25 de Abril, nessa altura tabém eu andava no actual 6º ano, a noção que tinhamos do que se passava na altura era muito restrita.Mas que este dia vei abrir a Portugal novas fronteiras e novas mentalidades é verdade.
Concordo inteiramente com a expressão "liberdadecom responsabilidade".
Voltarei
Deus nos deu a escrita para expressarmos o pensamento,que manifesta o sentimento, que é a expressão da alma.
Meus parabéns pelo seu escrito.
Lindo tema,Imagem perfeita!!!
Grata pela visita carinhosa.Beijinho
Glória
Seu cantinho é um mimo.Passo a segui-lo.
23 de Abril de 2009 18:35
23 de Abril de 2009 18:35
António,
Admiro pessoas como o professor Rezinhas.
Admiro mais ainda quem recorda com saudade de pessoas assim.O diferente, faz a diferença!Beijo.
drugi krok w chmurach disse...
Super foto:)
Olá amigo António.
Antes de mais as minhas desculpasporque por lapso não havia registado como seu seguidor.
Relativamente a este texto,só tive conhecimento do caso, eram 10,00 da manhã e estava já no escritório havia uma hora.
Fiquei algo perplexo e com alguma dúvida relativamente ao futuro.
Quanto à liberdade, 35 anos depois, eu deixo uma interrogação. Será que alguém teve o cuidado deensinar aos portugueses o que era a liberdade?
E que tipo de liberdade foi alcançada?
Não será de reflectir, olhando asituação caótica que o país vive?
Não me alongo mais, pois estou a ocupar-lhe longo espaço.
Um forte abraço, do sempre amigo
Vi o que escreveu sobre a passagem secreta no blog da Dona Poesia e resolvi espreitar.
Ainda não fui ver porque estive a ler a homenagem que fez ao seu professor. De certo o marcou. de forma positiva que, começando por falar na revolução dos cravos acabou por falar da maneira como ele ensinava a liberdade.
Não posso ficar agora a ver os vídeos mas voltarei com tempo para o fazer porque fiquei muito interessada.
Um abraço,
Maria Emília
23 de Abril de 2009 23:00
23 de Abril de 2009 23:00
Bom dia António.
Agradecendo a ilustre visita,deixando o meus carinho registrado no seu blogg.
"O mais importante para o homem é crer em si mesmo. Sem esta confiança em seus recursos, em sua inteligência, em sua energia, ninguém alcança o triunfo a que aspira."
SEMPRE!
Bom lembrar este dia!
Boa iniciativa!
Obrigada por deixar sorrisos sábios no Arco-íris!
Eu não tenho andado por aqui pq o PC não deixa, rs
Cada vez que faço um link, congela, e tenho que reiniciar!
Carpe diem!
Beijinhos
Efigênia Coutinho disse...
António Gallobar
Meus cumprimentos a você pela belíssima postagem em referencia ao 25 DE ABRIL
Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar[1] que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das forças armadas - o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).
Efigênia Coutinho
Luísa disse...
Em nome de Abril, hoje podemos falar, escrever, sentir a liberdade!Não sei se tão livremente como desejado, mas vamos falando!Em nome de Abril, há um olhardeperto que expira a sua opinião para a blogosfera e alimenta a vontade de escrever,escrever,escrever!Um nome de Abril, psso agradecer a visita ao olhardeperto e deixar um beijinho terno!
sono venuta a leger un pò di te, ciò che l' anima tua esprime. bellissimo scritto sul 25 aprile '74. negli anni della formazione per un ragazzo. Il porogallo l' ho sempre conosciuto come un Paese che sta bene, ma sono nata dopo. quanto dolore, miseria, sofferenza per il tuo Portogallo per tanti anni, ma sei stato testimone della liberazione! per noi il 25 aprile è la liberazione dalla seconda guerra mondiale, dal fascismo, anche per voi, ma trent' anni dopo. che l' uomo non dimentichi mai! luminosa e felice giornata a te e ai tuoi cari in questo 1° maggio
1 de Maio de 2009 15:03
1 de Maio de 2009 15:03
26 comentários:
Pois é António, a "Liberdade"...., que quererá realmente dizer Liberdade?!... Penso que a maioria de nós, ou não soube aprender ou não nos souberam ensinar...
Que pena :((
A mim, que vivi intensamente o espirito de Abril, faz-me muita pena mesmo!
Fantástico esse teu professor!:-)))
Beijo, amigo.
Não sei onde estava não, também 6 anos, lembrar, como.Abraço
Olá meu novo amigo.
vim através do blog do Alvaro Oliveira.
Sua entrda está muito linda.
Prabéns...
Realmente meu amigo, não saberei lhe dizer aonde eu estava nessa data, ainda mais passado muito tempo.
A memória as vezes falha.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mas foi bom conhecer seu blog, voltarei amis vezes.
Muita paz , luz e amor em seus caminhos.
Aguardo sua visita ao me cantinho.
Beijinhos oces, meu amigo.
Regina Coeli.
Gracias por la visita ahora vengo y traduzco
besos y amor
je
Encontrei vc no blog do Álvaro e tomei a liberdade de te fazer uma visitinha, espero q não se importe.
sim..."liberdade com responsabilidade"...é tudo.
bjos!
António.
Gostaria de fazer uma correção.
O visitante não era o General Salazar, e sim o Presidente Francisco Craveiro Lopes.
Foi em 1964, ano em que ele morreu e que começou por aqui a Revolução que durou 25 anos.
Outro abraço.
Eu penso que liberdade tem mais haver com poder (em todos os sentidos, pois se vc pode vc é livre. Abçs.
Excelentes palavras.
Os meus sinceros parabéns.
Renato
Olá,
cheguei até aqui através do blog de Alvaro Oliveira.
Mais um 25 de Abril está chegando, mas nas memórias de cada um, (daqueles que o viveram à 35 anos), ficam as recordações, os medos, e a euforia desse dia.
Eu por ex. estava na Guiné-Bissau com os meus pais e irmãos, o meu pai era 1ºSargento da Força Aérea Portuguesa, e posso-lhe dizer que foi um dia em que vivemos um verdadeiro pesadelo, felizmente que tudo acabou bem.
Parabéns pelo texto, acaba por ser uma linda homenagem ao seu professor. Belas recordações!
Beijinhos,
Ana Martins
Olá amigo Francisco ouve aqui uma ligeira confusão certamente, eu não estou a falar da Vossa revolução de 1964 ocorrida no Brasil mas sim da Revoluão dos Cravos ocorrida aqui em Portugal em 1974, que acabou com uma ditadura que governou Portugal durante cinquenta anos, é um marco historico na nossa historia que possibilitou entre outras coisas que se concedesse a independencia às nossas ex-colonias e assim acabar com a guerra colonial que dizimava os nossos jovens, para além da completa ausencia de liberdade de expressão que amordaçava todo o povo. Pelo que sei a vossa revolução tem um sentido contrario, já que foi criado apartir daí um regime militar com receio das influencias coministas.
Muito obrigado pelo comentario e recebe um grande abraço
Amigo António.
Me desculpa mais uma vez. Entendi o teu texto como referencia a Revolução dos Cravos (25/04/74). A confusão que fiz, foi no email anterior (mandei 2), falando no General Salazar, quando o correto seria o Presidente Craveiro Lopes.
Um abraço.
Caro Amigo António Gallobar,
Muito interessante este post sobre um professor que, já antes do 25 de Abril, praticava de facto a liberdade.
Também me aconteceu a mim, pois tive como professor de Contabilidade o Dr. Carlos Carvalhas, naquela altura jovem e com poucos mais anos que os alunos.
A liberdade é uma outra designação para livre arbítrio e só termina quando começa a liberdade do outro. O que deve imperar na prática da liberdade é a ÉTICA.
Um grande abraço para si.
Parabéns pelo texto do post.
Um abraço
José António
Um texto que inspira. É bom que haja pessoas como ele. Beijos.
Pois é amigo a tua escrita merece um livro...
Abraço
Obrigado por ter passado no meu blog.
Quanto ao 25 de Abril, nessa altura tabém eu andava no actual 6º ano, a noção que tinhamos do que se passava na altura era muito restrita.
Mas que este dia vei abrir a Portugal novas fronteiras e novas mentalidades é verdade.
Concordo inteiramente com a expressão "liberdadecom responsabilidade".
Voltarei
Um abraço
Deus nos deu a escrita
para expressarmos o pensamento,
que manifesta o sentimento,
que é a expressão da alma.
Meus parabéns pelo seu escrito.
Lindo tema,Imagem perfeita!!!
Grata pela visita carinhosa.
Beijinho
Glória
Seu cantinho é um mimo.
Passo a segui-lo.
António,
Admiro pessoas como o professor Rezinhas. Admiro mais ainda quem recorda com saudade de pessoas assim.
O diferente, faz a diferença!
Beijo.
Rebeca
-
Super foto:)
Olá amigo António.
Antes de mais as minhas desculpas
porque por lapso não havia registado como seu seguidor.
Relativamente a este texto,
só tive conhecimento do caso,
eram 10,00 da manhã e estava já no escritório havia uma hora.
Fiquei algo perplexo e com alguma
dúvida relativamente ao futuro.
Quanto à liberdade, 35 anos depois, eu deixo uma interrogação.
Será que alguém teve o cuidado de
ensinar aos portugueses o que era
a liberdade? E que tipo de liber-
dade foi alcançada?
Não será de reflectir, olhando a
situaçãocaótica que o país vive?
Não me alongo mais, pois estou a
ocupar-lhe longo espaço.
Um forte abraço, do sempre amigo
Alvaro Oliveira
Vi o que escreveu sobre a passagem secreta no blog da Dona Poesia e resolvi espreitar.
Ainda não fui ver porque estive a ler a homenagem que fez ao seu professor. De certo o marcou. de forma positiva que, começando por falar na revolução dos cravos acabou por falar da maneira como ele ensinava a liberdade.
Não posso ficar agora a ver os vídeos mas voltarei com tempo para o fazer porque fiquei muito interessada.
Um abraço,
Maria Emília
Bom dia António.
Agradecendo a ilustre visita,deixando o meus carinho registrado no seu blogg.
"O mais importante para o homem é crer em si mesmo.
Sem esta confiança em seus recursos, em sua inteligência, em sua energia, ninguém alcança o triunfo a que aspira."
SEMPRE!
BOM DIA.
Bom lembrar este dia!
Boa iniciativa!
Obrigada por deixar sorrisos sábios no Arco-íris! Eu não tenho andado por aqui pq o PC não deixa, rs
Cada vez que faço um link, congela, e tenho que reiniciar!
Carpe diem!
Beijinhos
Lília
António
Parabéns pelos vídeos para RIR!
temos que publicitar lá no Arco o seu blog!
Um dia, explica-me como se colocam vídeos, até nas mensagens. Eu não sei!
Beijinhos
Lília
António Gallobar
Meus cumprimentos a você pela belíssima postagem em referencia ao
25 DE ABRIL
Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar[1] que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das forças armadas - o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).
Efigênia Coutinho
Em nome de Abril, hoje podemos falar, escrever, sentir a liberdade!Não sei se tão livremente como desejado, mas vamos falando!
Em nome de Abril, há um olhardeperto que expira a sua opinião para a blogosfera e alimenta a vontade de escrever,escrever,escrever!
Um nome de Abril, psso agradecer a visita ao olhardeperto e deixar um beijinho terno!
Serás sempre benvindo!
Caro Antonio, sono venuta a leger un pò di te, ciò che l' anima tua esprime. bellissimo scritto sul 25 aprile '74. negli anni della formazione per un ragazzo. Il porogallo l' ho sempre conosciuto come un Paese che sta bene, ma sono nata dopo. quanto dolore, miseria, sofferenza per il tuo Portogallo per tanti anni, ma sei stato testimone della liberazione! per noi il 25 aprile è la liberazione dalla seconda guerra mondiale, dal fascismo, anche per voi, ma trent' anni dopo. che l' uomo non dimentichi mai! luminosa e felice giornata a te e ai tuoi cari in questo 1° maggio
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