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Atreve-te

Ousa o impossível
almeja o que podes bater
afasta de vez os receios
acabarão por te tolher 

Levanta a cabeça, que morres
deixa o conforto, perscruta
atreve-te um pouco mais
cruza a ponte, vai à luta

E essa barca de espera
nada será o que era
tens nesse sonho adiado
a vida a deter-se em espera




6 comentários:

. intemporal . disse...

.

.

. há ingredientes vitais para seguir em frente . rumo a um alcance que se deseja destino .

.

. um abraço .

.

.

Helio Thompson disse...

Parabéns por tão bonito ensaio poético. A poesia em si só encanta.
Obrigado pelas suas palavras, caro Antônio.

Um abraço.
Helio

Maria João disse...

A existência tem de ter um propósito maior que a simples passagem. É urgente compreender, que é a força dos braços que exprime o que, na verdade, nos define. Imprimir isso na vida que nos foi concedida, é um enorme privilégio.

Um abraço, António

Luna Sanchez disse...

Desafios são deliciosos, não, António?

Gostei muito.

Um beijo.

RosanAzul disse...

Olá Antonio! COmo vai?!
Lindo o que escrevestes.

"E essa barca de espera
nada será o que era
tens nesse sonho adiado
a vida a deter-se em espera".

Gostei demais deste verso!
Um grande abraço de paz e luz!
Bom domingo, Rosana

Emília Pinto e Hermínia Lopes disse...

Oi António!
Parabéns, pela sua poesia, gosto de ler, gosto de ouvir.
Sentimentos!
Nasce na alma,solta-se para a vida.
Até breve
Herminia