Saudades do que não tive
Alimento a minha alma de poeta
Sonhando no amor que
não fizemos
Acordo aflito noite adentro
A pensar no que
dissemos
Loucura, sim é uma loucura
e assim vamos vivendo esta
vida
Daria tudo por ti, com doçura,
Não és loucura, nem quimera
perdida
E no meio desta
incerteza
Um dia ainda hás-de
ser
A ave que voa livre
Fazendo meu peito bater
António Gallobar
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5 comentários:
Wonderful, congratulations ny friend Gallobar
Que belo poema, cheio de sentimento. Lindo como sempre. Adotei
Que poema tan encantador y hermoso! Desde Galicia te mando un beso, mi poeta. Maravilloso, me ha encantado, me fascina
Alicia Páez
Thank you my friend
Obrigada Rute, há muito tempo que não passavas por cá, gosto de te ver.
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